medição · 4,0 km · 13 pontos
No seu celular
você é o primeiro.
A dois quilômetros,
quem aparece?
1,5 km — ainda é o seu bairro
3,0 km — onde mora metade dos seus clientes
4,0 km — a praça inteira
O Maps responde conforme de onde a pessoa procura. Testar do próprio endereço engana — o que decide é até onde você continua aparecendo.
gabarito · grátis · sem cadastro
Dados públicos do Maps, os mesmos que qualquer pessoa vê. Você não conecta conta nenhuma para medir.
Cada bolinha vazada é um cliente que não te encontrou.
A grade fixa a ponta do compasso no seu endereço e consulta o Google de 37 lugares diferentes ao redor. Cheia, você apareceu. Vazada, quem procurou dali viu os seus concorrentes.
- no endereço
- 1º lugar
- a 4 km
- fora da lista
- Ele te acha primeiro1 a 3As três fichas que o Google mostra sem precisar rolar. É o lugar que o cliente vê antes de decidir.
- Ainda na primeira tela4 a 10Aparece, mas depois de quem está em cima. Quem tem pressa já resolveu antes de chegar em você.
- Só rolando a lista11 a 20Está lá, e quase ninguém chega. Rolar a lista do Maps é gesto de quem não achou o que queria.
- Invisível daquifora dos 20Quem procurou desse ponto não te viu — e viu um concorrente. Dois quarteirões adiante pode ser outra história: é isso que a grade mostra.
A grade acima é uma demonstração, com a geometria real dos 37 pontos. A sua sai da medição de verdade, ali em cima, e leva menos de um minuto.
medição real · ijuí/rs · 04.09.2026
Duas lojas da mesma rede, a dois quilômetros uma da outra. Só uma existe no mapa.
Mesma marca, mesma cidade, mesmo ramo. Medimos as duas em 37 pontos, com a mesma busca — porcelanato — e o resultado não foi parecido.
unidade do centro
20 de 37
posição média 1,8
E em todos os 20 ela é uma das três primeiras.
unidade a 2 km
0 de 37
invisível daqui
Quem procurou porcelanato em Ijuí não a viu de lugar nenhum.
No termo grande do ramo — material de construção, com 45 concorrentes disputando — as duas aparecem. Mas uma entra em posição média 4,1 e a outra em 10,6: uma está na primeira tela, a outra só para quem rola a lista.
Medição real, feita pelo sistema que você está vendo, com dados públicos do Maps. Anonimizada porque o negócio é de terceiro. É um caso, e um caso não é promessa — não estamos dizendo que a loja do centro venda mais, nem que a outra vá subir. Estamos dizendo o que a medição encontrou, e que o dono de nenhuma das duas conseguiria ver isso do próprio celular.
A medição de agora é uma foto. O painel é o filme.
peça 01
Onde você aparece, e onde some
A grade mede 37 pontos ao redor do endereço. É o que o dono não consegue ver sozinho: no celular dele, o Google responde a partir de onde ele está — e ali ele é sempre o primeiro.
peça 02
O que está te segurando
A auditoria lê a ficha campo a campo e diz o que está vazio, em três níveis. Zero avaliação é falta, não “ok”.
peça 03
Quem aparece no seu lugar
Os concorrentes que ocupam os pontos onde você não está, com quantas avaliações cada um tem e qual a mediana da sua praça.
peça 04
O que fazer, em ordem
As pendências viram lista, ordenada por onde há mais a ganhar: volume de busca alto com posição distante do topo vem primeiro.
peça 05
O que mudou desde ontem
Alerta quando a posição cai, quando chega avaliação, quando a ficha sai do ar. Só entre medições comparáveis — alerta que fabrica ensina a ignorar todos.
peça 06
A IA escreve, você confere
Postagem, resposta a avaliação e análise. Ela organiza o que foi medido e não inventa número: texto que cita número não medido é descartado, não exibido com ressalva.
O corte que a gente não faz
Todo concorrente mostra gráfico bonito. A diferença aqui é o que a ferramenta se recusa a fazer com você.
- Não prometemos primeira página
- Nem com devolução de dinheiro. Promessa de posição que não diz qual termo nem qual página é fácil de cumprir e impossível de conferir — primeira página de uma busca que ninguém faz é trivial.
- Não mandamos botar palavra-chave no nome
- É a causa mais comum de suspensão de ficha. Ferramenta que recomenda isso sem avisar do risco está te expondo para melhorar um número dela.
- Não inventamos o seu faturamento
- Estimativa em reais só aparece com as suas premissas — quanto vale um cliente, quantas buscas viram contato. Faltando uma, não sai número.
- Não vendemos link
- Link comprado e rede de blogs são esquema de link nas regras públicas do Google, e a penalidade cai no seu site, não em quem vendeu. Há agência no Brasil oferecendo até 4 mil por mês sem avisar disso.
- Não medimos você por DA
- Domain Authority é métrica da Moz, uma empresa que não é o Google — e o Google não usa. Se alguém te cobrar por melhorar seu DA, está cobrando por um número que não entra na conta que importa.
- Não mostramos zero como se fosse ausência
- O que não foi medido aparece como “—”, nunca como 0. Zero é um resultado; ausência não é. E a conta de cada número aparece aberta, fator a fator.
Cada uma dessas linhas está escrita no código como regra, e há teste que falha se alguém violar. As contas estão abertas aqui.
Uma agência cobra R$ 980 para cadastrar a sua ficha. Uma vez.
Preços publicados por uma agência de SEO brasileira, hoje. Não estão errados — lá tem gente trabalhando por você. Aqui tem software, e quem faz é você. É por isso que a conta muda de ordem de grandeza.
| Com agência | Aqui | |
|---|---|---|
| Cadastrar a ficha no Google | R$ 980, uma vez | incluído |
| Auditoria da ficha | R$ 2.490 por 2,5 horas | quantas quiser |
| Acompanhamento mensal | a partir de R$ 2.880/mês | R$ 147/mês |
| Ver a posição no mapa | vem no relatório do mês | quando você quiser |
| Quem faz o trabalho | a agência | você, com o painel apontando |
O preço acompanha quantos negócios você mede
Um dono de negócio mede um. Uma agência mede trinta. Cobrar igual dos dois seria caro para o primeiro ou barato demais para durar.
1 negócio
147/mês
5 fichas
até 10
768/mês
30 fichas
até 30
1.868/mês
90 fichas
até 60
3.218/mês
180 fichas
até 120
5.558/mês
360 fichas
Em reais, por mês. Toda tela que gasta diz o preço antes do clique, nunca na fatura. Acima de 120 negócios, falamos.
Perguntas que sempre aparecem
- De onde vem esse número?
- Da mesma lista que o Google mostra ao seu cliente. Consultamos a várias distâncias do seu endereço e em quatro direções, porque a posição muda conforme de onde a pessoa procura. Não reordenamos nada.
- Por que a posição muda dependendo de quem busca?
- Porque o Maps é local por natureza: quem está a dois quarteirões de você vê uma lista diferente de quem está do outro lado da cidade. Por isso medimos sempre a partir do seu endereço — assim a comparação ao longo do tempo faz sentido.
- Preciso conectar minha conta do Google para testar?
- Não. A verificação usa dados públicos do Maps, os mesmos que qualquer pessoa vê. Conectar a conta só é necessário depois, quando você quiser editar o perfil e responder avaliações por aqui.
- Em quanto tempo eu subo de posição?
- Não existe garantia, e desconfie de quem promete. O que dá para garantir é o método: corrigir o que está incompleto, responder avaliações e publicar com constância. O painel mostra o que falta e mede o efeito.
- O que acontece se eu quiser sair?
- Você encerra a conta pelo próprio painel e tudo é apagado na hora, sem ligação para cancelar. A série histórica é a única coisa que não volta — medir de novo mede hoje, nunca o dia que passou.
Saber a posição é o começo.
Melhorar é o trabalho.
O painel acompanha o seu perfil, aponta o que está te segurando e mostra se o que você fez teve efeito.
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